
Existem momentos que por mais que adiemos, eles têm que acontecer. E comigo não foi diferente, e aconteceu aquilo que eu tanto adiava, mas que tanto esperava. E acho que não teve nem como mais uma vez adiar aquele momento, que durou apenas alguns segundos, mas que parecia uma eternidade. Uma sensação que há muito tempo eu não sentia e com gostinho de quero mais. Gostinho esse sendo motivo principal que adiava tanto esse momento. Sensação e gostinho esse que eu sei que não vou mais ter e não vou mais sentir.
Adiei o que estava obvio que ia acontecer, acho que posso estar me sentindo arrependido de ter adiado tanto o que eu sempre quis que tivesse acontecido. Não tive coragem de enfrentar e por ter evitado tanto posso ter dado outro rumo a minha estória. E agora é agüentar as conseqüências de ter adiado o que não poderia ser adiado.
Estou usado o verbo adiar para tentar disfarçar o que realmente eu queria dizer, ou melhor, para esconder que o verbo adiar na verdade foi a única defesa que eu tive quando em todos os momentos em que adiei na verdade eu fugia desse momento, que hoje encaro como único e marcante em minha vida.
Adiei o que estava obvio que ia acontecer, acho que posso estar me sentindo arrependido de ter adiado tanto o que eu sempre quis que tivesse acontecido. Não tive coragem de enfrentar e por ter evitado tanto posso ter dado outro rumo a minha estória. E agora é agüentar as conseqüências de ter adiado o que não poderia ser adiado.
Estou usado o verbo adiar para tentar disfarçar o que realmente eu queria dizer, ou melhor, para esconder que o verbo adiar na verdade foi a única defesa que eu tive quando em todos os momentos em que adiei na verdade eu fugia desse momento, que hoje encaro como único e marcante em minha vida.
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